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A causa do desejo

  • do Rio Teixeira, Marcus

Nessa aula Lacan aborda uma série de temas de importância crucial não somente para esse Seminário, mas para a sua teoria. Ele resume alguns deles em plena aula: “Logo, primeiro ponto, falei-lhes do objeto como causa do desejo.

Amor, desejo e gozo na contemporaneidade

  • Teixeira, Marcus do Rio

Esse recorte diz respeito a um determinado aspecto, expresso no próprio título deste colóquio – a relação difícil, senão problemática, entre o amor e o desejo sexual.

As mulheres no surrealismo

  • Teixeira, Marcus do Rio

No início dos anos 20 um grupo de jovens e criati­vos artistas (que certamente não eram compositores de axé music) reunia‑se em Paris, liderados por André Breton.

Coisa de macho

  • do Rio Teixeira, Marcus

Continuamos a leitura do Seminário 10, A Angústia, com a aula XV, “Coisa de macho”. Lembrando sempre que esses comentários, como não poderia deixar de ser, são recortes no texto feitos de acordo com aquilo que cada um de nós pretende enfatizar. Portanto, não são e nem têm a pretensão de ser uma leitura única, definitiva, do ensino de Lacan.

Desejo e fantasia

  • Estacolchic, Ricardo

Começo por uma proposição simples e de aceitação generalizada: A fantasia sustenta o desejo.

Do sentido, do sexo e do real

  • do Rio Teixeira, Marcus

       Neste Seminário e naqueles that o sucedem acentua-se a Mudança, iniciada poucos pingos ano, nenhum Conteúdo (em Pontos da Teoria) e na forma (sem estilo de Apresentação). Já NÃO encontramos Mais, Como nsa Primeiros SEUS Seminários, Uma explanação minuciosa do tema, Uma abordagem Do Conceito com detalhamento das REFERÊNCIAS.

Heteronomia do desejo

  • Teixeira, Marcus do Rio

Nosso estudo acerca do desejo tomou como ponto de partida o sonho da paciente de Freud que ficou conhecida pelo apelido dado por Lacan, a Bela Açougueira (FREUD, S., 1972 p. 156-160).

Mais-de-gozar

  • do Rio Teixeira, Marcus

A abordagem inicial do objeto da pulsão nos conduziu diretamente à questão da materialidade e/ou imaterialidade do objeto a. Trata-se de uma questão nada simples, frequentemente escamoteada em discussões acerca desse conceito por meio do recurso a definições categóricas do objeto a enquanto falta, vazio, furo, etc.

O humor e a delicadeza

  • Teixeira, Marcus do Rio

O cinema, mesmo aquele que se pretende realista, não é neutro - disso somos alertados há tempos. A novidade que nos martelam na cabeça é que ele também não é neutro no sentido de sexo (ou de gênero, como quer a terminologia politicamente correta, herdeira do puritanismo norte-americano): cineastas criariam representações a partir de um ponto de vista masculino ou feminino.

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