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Armide

  • do Rio Teixeira, Marcus

Armide, episódio dirigido por Jean-Luc Godard no filme Ária (1987), chama a atenção pelo contraste em relação ao restante da filmografia desse diretor. Nele não encontramos propriamente uma narrativa – mesmo a narrativa fragmentada dos filmes anteriores de Godard é abandonada em função das imagens das personagens que parecem posar diante da câmera, autênticos tableaux vivants, sem nenhum compromisso com um enredo.

Declínio e extinção do erotismo

  • Teixeira, Marcus do Rio

Acompanho, Não sem Certo divertimento, de o NAS debate em torno da Redes Adaptação PARA O cinema de "Cinquenta Tons de cinza". Houve Até um "Artigo de Uma psiquiatra" sobre O Filme (curioso, Por Que NÃO SE Diz: "Artigo de hum Crítico", "Artigo de hum jornalista", etc, mas se Diz "Artigo de Uma psiquiatra"?).

O humor e a delicadeza

  • Teixeira, Marcus do Rio

O cinema, mesmo aquele que se pretende realista, não é neutro - disso somos alertados há tempos. A novidade que nos martelam na cabeça é que ele também não é neutro no sentido de sexo (ou de gênero, como quer a terminologia politicamente correta, herdeira do puritanismo norte-americano): cineastas criariam representações a partir de um ponto de vista masculino ou feminino.

Por que será que gostamos tanto dos filmes de zumbis?

  • Teixeira, Marcus do Rio

O filme de zumbi, tal como o conhecemos hoje, é um gênero ou subgênero do cinema de terror criado no final dos anos 60 por George Romero. Seu filme A Noite dos Mortos-Vivos (1968) é cultuado como o inaugurador do gênero e inspiração para dezenas de obras.

Revendo Oblivion

  • Teixeira, Marcus do Rio

Revi Oblivion(Joseph Kosinski, 2013), filmeque comentei brevemente o ano passado.Se ainda existe um preconceito que separa os filmes “sérios” daqueles “de entretenimento”, este exemplar da última categoria presta sua contribuição para desfazer essa fronteira.

Um corte de papel - reflexões sobre a grande beleza

  • Teixeira, Marcus do Rio

Alguns criticam o diretor Paolo Sorrentino por sua suposta imitação de Fellini. Em A Grande Beleza (2013) essa tentativa de reproduzir o estilo do mestre se evidenciaria sobretudo na escolha das personagens exóticas – a santa, a editora anã... – e na celebração de Roma.

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